25 dezembro, 2008

Autobiografia

Joana Cordeiro

Nasci no dia vinte e oito de Novembro de mil novecentos e noventa, pelas 18:00 horas, em Bragança.
Pesava 3kg 350 gramas, e o meu comprimento, ao nascer, era de 48,5cm. Algum tempo depois fui viver para a minha aldeia, Meirinhos. Alimentei-me pelo peito da minha mãe até aos 17 meses e, a partir, daí no biberão, até aos 8 anos. Baptizei-me com 8 anos, no mês de Agosto, na aldeia das Quintas das Quebradas. Os meus primeiros dentes surgiram aos 6 meses e comecei andar aos 13. O meu primeiro brinquedo foi um peluche, um ursinho. Para eu adormecer tinha que o ter sempre ao meu lado, na cama ou fosse onde fosse.
Entrei com 6 anos para a Escola Primária de Meirinhos. Para mim, naquela altura, era um mundo incompreensível, cheio de gente esquisita… nem imaginava o que se passaria lá dentro. Eu não gostava de ir à escola, todos os dias chorava baba e ranho. Só gostava dos meus colegas porque brincávamos todos juntos.
Com 13 anos entrei para a Escola Secundária de Mogadouro. Tive um percurso escolar difícil… chumbei duas vezes no 7º ano mas, depois. Até ao nono foi sempre a seguir… Nessa altura surgiu pela primeira vez um curso de formação - “Técnico de Manutenção e Reparação de Máquinas”. Não hesitei, matriculei-me! Não só por ter saídas profissionais atractivas mas por me parecer concluir o 9.º ano mais facilmente. A partir daí, segui para este Curso Profissional. Estou a gostar e espero concluir o 12º ano.

Autobiografia

Hugo Gomes

Nasci dia 9 de Dezembro de 1990 pelas 12h 10 na maternidade de Bragança, com três quilos e trezentos gramas e 51 centímetros. Baptizaram-me como Hugo Filipe Bento Gomes, filho de José Joaquim Gomes e Maria Helena Bento Gomes.
Desde sempre vivi em Mogadouro. Aqui tenho os meus amigos, a minha vida. Aqui passei os melhores momentos da minha vida. Os primeiros anos vivi no prédio da Transnorte, sobretudo com a minha bisavó mas, depois da sua morte, fiquei apenas com os meus pais que só via à noite.
Sempre fui muito autónomo e independente: saía de casa de manhã, ia beber um leite à pastelaria, seguia para o infantário e aí ficava até que alguém me fosse buscar. Os meus pais trabalhavam, nunca eram eles que me iam buscar: ou era a menina Adosinda ( uma grande amiga da família) ou, então a minha prima que me levava para casa dela até que o meu pai me pudesse ir buscar.
No ano de 1996 foi um ano terrível para mim, foi o ano em que entrei para a escola! Não foi tão mau como eu pensei mas… Durante esses 4 anos de escolaridade a única coisa de que tenho memória, para além de nunca ter conseguido arranjar uma namorada, foi uma vez a dona Zita, que era a minha professora primária, ter partido uma vara nas costas de uma colega minha por estar a fazer barulho. A culpa de todo o barulho que se estava a fazer na sala de aula era minha mas ela é que sofreu as consequências. Cobardolas, eu ?? Não… não quis foi levar com a vara…
Durante todos os intervalos o nosso passatempo era ir para o campo de futebol de terra jogar. Aí fiz muitas feridas nas canelas e nos braços, tive, inclusive, a cabeça rachada, uma vez, pelo meu amigo Viriato. No quarto ano íamos para o campo de brita, era um campo que não estava ao alcance de qualquer um, apenas os mais velhos iam para lá jogar e se apanhassem lá os “garotos” eram corridos à pedrada.
Quando saía da escola, ia para casa onde ficava sozinho até as oito da noite que era quando chegavam os meus pais. Por vezes ia para perto dos meus vizinhos mas, nos meses de inverno, quando a noite caía mais cedo, e eu não gostava lá muito do escuro, não era lá muito agradável...
A fase do segundo ciclo foi uma fase muito rápida da minha vida. Disso tenho poucas memórias mas já do terceiro ciclo, a conversa é outra…
Foi quando me comecei a “perder”, comecei a ter as minhas primeiras experiências com o tabaco e o álcool. Nada de excessos mas foi o início… Sem grandes percalços cheguei ao nono ano. Mais espigadote, nessa altura, intensifiquei o vício de fumar e a beber e tudo mais… Namorar, pouco… Também nunca percebi porquê, sendo eu um rapaz tão pimpão… mas nunca tive muitas namoradas comparativamente aos meus amigos. Chumbei duas vezes no nono ano e sempre pela mesma razão - a preguiça e o pouco interesse. Em 2007 consegui chegar ao décimo ano onde voltei a chumbar mas, desta vez, por outras razões: chumbei por faltas o que foi muito constrangedor para mim pois as disciplinas a que reprovei foi às que tinha melhor nota. Ingressei então neste Curso Profissional.
Os anos 2007 e 2008 foram anos inesquecíveis. Tive sorte em todos os aspectos da minha vida, dinheiro, amor, saúde e tudo mais, excepto na escola…
Hoje tenho 17 anos. Sou quase adulto mas, ao mesmo tempo, uma criança ainda… Vamos lá ver se consigo acabar a minha escolaridade antes dos 50 anos.

Autobiografia

Carla Pires

Olá, meu nome é Carla Patrícia Pires.
Nasci no dia quinze de Março de mil novecentos e noventa e dois, num dia se sol, pelo meio-dia, em Bragança.
Nasci aos nove meses, com 2.750 kg. Nunca gostei de chupeta e comecei, entretanto, a chupar no dedo.
Baptizei-me aos cinco meses no mês de Setembro de mil novecentos e noventa e dois.
Começaram-me a rebentar os dentes aos nove meses e comecei a andar aos dez.
Aos três anos tive a minha primeira aventura: andava lá por casa a brincar e doía-me tanto a barriga que comecei a mexer nuns frascos que a minha mãe tinha lá por casa. Não sabia o que aquilo era e meti uns à boca… A minha mãe estava a tratar do almoço e quando deu por mim a chorar e com convulsões já eu estava quase toda roxa. Apesar de mal de perceber o que eu dizia, ela entendeu e os meus pais levaram-me de imediato para o hospital de Macedo de Cavaleiros onde me fizeram uma lavagem ao estômago. Fiquei essa noite em observações para saber se não haveria outras complicações.
Assim fui passando o meu tempo, a brincar, até à altura da escola onde fui pela primeira vez com sete anos de idade.
O meu primeiro dia de aulas foi esperado com muita ansiedade pois não sabia o que aquilo era. Na escola sempre me portei bem e tirei muito boas notas. A professora que tinha era muito má, exigente, algum erro que eu desse puxava-me as orelhas. Muitas vezes chorava e fingia que me doía a barriga para não ir à escola. Começaram a cair-me os dentes por essa altura
Aos doze anos comecei a sentir os primeiros problemas da puberdade: borbulhas no rosto, modificações corporais e hormonais… Vergonha, inconstância, confusão, sentimentos contraditórios marcaram a minha adolescência. Tive a minha primeira experiência com maquilhagem quando entrei para o 3º ciclo. A partir daí, gostei, e nunca mais parei. Reprovei uma vez no sétimo ano – adolescência e preguiça em doses iguais foram a receita para este insucesso.
Optei depois por um curso CEF – o ensino regular não me dizia grande coisa, o CEF tinha uma vertente mais prática. Gostei, continuei, agora encontro-me neste curso profissional que pretendo continuar até terminar o 12.º ano.

Autobiografia

ALEXANDRE VARANDAS

Nasci em Massy, perto de Paris (França) mas actualmente resido em Portugal (Mogadouro).
Nasci dia 2 de Setembro de 1991, com 3. 600 kg. Passei grande parte da minha infância a viver no estrangeiro.
Ainda me lembro do meu 1º dia no infantário, em Verriéres le Buisson. Eu estava a ir para lá muito contente e ansioso, mas quando cheguei à sala, e vi os meus colegas de turma a chorar, comecei a chorar também, não sei porquê.
No terceiro ano de infantário, tive uma namorada. Na altura tinha 5 anos, não me lembro de nada acerca dela, apenas sei que era uma rapariga loira. Fiquei triste quando ela mudou de escola, perguntei à minha mãe, se algum dia eu iria voltar a vê-la mas, a verdade, é que nunca mais a vi. Ainda na mesma época (eu era muito meigo e gostava de todos os meus colegas de turma) conheci o meu primeiro adversário. Não encarávamos um com o outro, eu não o suportava. Brigámos várias vezes e acabávamos sempre de castigo os dois. Por outro lado o Robin era o meu maior amigo. Andávamos sempre juntos, éramos inseparáveis. Pode dizer-se que foi a minha maior amizade em França.

Com 6 anos, chega a altura de ir para a escola primária. Recreio novo, turma nova, professora nova. Mas frequentei o 1º ano em França, apenas até ao Natal (1997), porque eu e a minha família regressámos a Portugal. Fui viver para casa dos meus avós (Azinhoso) e foi lá que completei o meu 1º ano. Felizmente, não tive dificuldade em adaptar-me à língua portuguesa, também porque os meus pais sempre me iam ensinando algumas coisas quando estávamos em França. A escola no Azinhoso era completamente diferente daquela a que eu estava habituado. Lembro-me do meu primeiro dia de aulas, foi lá que conheci o Micael que para sempre ficou um grande amigo.
No ano seguinte, os meus pais alugaram uma casa em Mogadouro onde passei a frequentar a escola primária. Mais uma vez, escola nova, professor novo e turma nova. Naquela turma nunca me puseram de lado por ter vivido em França; gostei do professor, do espaço, da escola e dos meus colegas.
Já com 10 anos, no 5º ano, tive que me adaptar a um novo método escolar.
Tive uma turma que adorei, assim como os professores. Nesta escola, passei por bons momentos, talvez alguns dos melhores momentos da minha infância. Tive uma grande paixão mas nunca me cheguei a declarar… A timidez sempre foi uma das minhas principais características. A minha turma era tão fixe que fiquei com receio de perder os meus colegas quando transitasse de ciclo. Tal não aconteceu e o primeiro dia de aulas no liceu deixou-me memórias indeléveis. Lembro com particular acutilância a minha directora de turma do 7.º ano: já não me lembro do seu nome, tinha sardas e era ruiva; leccionava a disciplina Ed. Visual. Era assustadora, até tinha medo, nas aulas, quando me dirigia a palavra. E quando não trazíamos o material para as aulas, então aí...
Lembro também da professora de História do meu 8.º ano: tinha o cabelo alaranjado, sempre despenteado e andava sempre de botas; era muito divertida e animava as aulas de tal maneira que os alunos nunca estavam desatentos.
Sempre tive um percurso escolar “tremido”, sempre na ânsia de saber se transitaria de ano ou não. O nono ano não foi diferente, aliás, foi o pior dos anos. A turma, que sempre fora a mesma desde o 5.º ano, desmembrara-se. Fui parar a uma turma problemática, mais de 70% de alunos da turma eram repetentes. Não éramos más pessoas mas a escola não era a nossa primeira prioridade daí que o resultado previsível não se fez esperar: reprovei!! Repeti o ano e o resultado foi o mesmo mas, desta vez, confesso, senti-me injustiçado. Apesar de ter realizado os exames de equivalência, não consegui superar os obstáculos.
Daí que o Curso Profissional surgiu na hora H – não hesitei, estava farto do ensino regular, inscrevi-me e aqui estou eu! Nunca na minha vida tinha tido um percurso tão satisfatório, consegui transitar sem nenhuma negativa, sem sobressaltos! Já fiz um estágio profissional e o futuro parece-me interessante.
Para lá da escola, a minha vida é plena de emoções. Sou profissional de futsal, iniciei a minha actividade como jogador aos 11 anos pelo Clube Académico de Mogadouro. Aos treze anos tive uma lesão no joelho o que me impossibilitou de dar o meu melhor ao Clube. Mas continuei e este ano esperamos ser campeões!

24 dezembro, 2008

Autobiografia

Viriato Vaz

Viriato Vaz, filho Acúrcio Nogueira Vaz e Adosinda de Fátima Mendes Vaz, irmão de Luís Micael Mendes Vaz, nasci a quinze de Setembro de mil novecentos e noventa, no hospital de Mirandela.
Conheci uma infância um bocado agitada, era um garoto traquina, pelo menos na versão da minha mãe. Deve ser verdade pois lembro um episódio da minha infância que me ia deixando marcas físicas e emocionais permanentes: tinha quatro anos e com essa idade era facilmente influenciável (ainda agora quanto mais em tão tenra idade!); um primo meu, aliciando-me com a ideia de um brinquedo, mandou-me ir para cima de umas brasas. Ingénuo, e apesar de sentir o calor que a fogueira emanava, avancei, feito herói! Resultado – fiquei com os pés todos queimados.
Aos oito anos, tive a minha primeira experiência de quebra ossos. Havia obras em casa, o meu pai andava a construir um muro e avisou-me para não fazer tropelias. Aventureiro, desafiando todos os obstáculos imagináveis, armado dos meus super poderes, pulei o muro. Era muito mais alto do que eu pensava, não medi bem a altura e o resultado final saldou-se num cotovelo quase desfeito.
Em noventa e nove os meus pais ofereceram-me uma mota. Armei-me em cavaleiro do asfalto apesar de ainda não dominar a matéria e o resultado não podia ser mais louvável: fruto de uma aceleração por engano (era suposto eu travar frente a um muro e não o contrário!) fui bater contra a parede que teimosamente quis mostrar quem era mais forte. O saldo foi negativo – uma costela danificada! Quatro anos mais tarde, novo acidente de mota: sempre a acelerar (não sei andar de outra maneira…), bati inadvertidamente numa pedra (onde estava que não a vi ??) e, azar dos azares, parti, pela segunda vez, o meu braço esquerdo!
Andava no 2.º Ciclo quando entrei para a Banda Filarmónica de Mogadouro. Aí dei os meus primeiros passos na música e aprendi a tocar trombone. Actuei pela primeira vez com a banda em 2001, na aldeia de Brunhoso. Foi para mim um dia memorável, tal era o nervosismo em que me encontrava.
Em dois mil e cinco, apresentaram-me um projecto musical, o meu irmão e o meu amigo João. Tocaria como baixista (evoluí imenso desde os meus inícios na banda) e juntamente com mais dois colegas formamos os Profetas Aliados. Embora o nosso projecto se centrasse em músicas originais a verdade é que os efeitos esperados não se concretizaram. Assim, após algumas frustrações, optámos por tocar música popular e foi o melhor que pudemos fazer pois, a partir daí, conhecemos grande popularidade.
A nível estudantil, o sucesso é um pouquinho menos satisfatório. Acho que tenho uma queda muito maior para pautas e ritmos. Números, fórmulas, letras… bem, é capaz de ser útil mas… Assim, após um terceiro ciclo com muitos altos e baixos, optei por frequentar um Curso de Educação e Formação. Este ano, frequento este curso – mais exigente do que eu esperava, tenho que me esforçar mais! Nada que não consiga fazer!

A TODOS UM BOM NATAL


Boas Festas

Esta não é uma mensagem original. É um "passe-partout" como dizem os franceses. Mas o texto é bonito. Por isso aqui fica o seu registo e o nosso pensamento.


Ri ..
Perdoa ..
Pede ajuda ..
Faz um favor ..
Descontrai-te ..
Delega tarefas ..
Quebra a rotina ..
Faz uma caminhada ..
Expressa as tuas ideias ..
Sai a correr..
Lê um bom livro . Pinta um quadro ..
Sorri ao teu filho . Permite-te brilhar ..
Recorda velhas fotos . Canta no duche ..
Escuta um amigo . Aceita um cumprimento ..
Ajuda um velhinho . Cumpre as tuas promessas ..
Termina um projecto desejado ...
Volta a ser criança. Escuta a natureza...
Mostra a tua felicidade. Escreve o teu diário...
Faz um álbum familia. Trata-te como a um amigo ..
Por hoje não te preocupes. Deixa que alguém te ajude...
Desliga a televisão e fala . Escuta a tua música preferida...
Permite-te equivocares-te. Toma um banho prolongado ...
Olha com atenção para uma flor . Pede um pouco de tempo ..
Aprende algo que sempre desejaste ..
Telefona aos teus amigos . Faz uma pequena mudança na tua vida ..
Faz uma lista das coisas que fazes bem . Vai à biblioteca e escuta o silêncio ..
Fecha os olhos e imagina as ondas da praia . Faz alguém sentir-se benvindo ..
Diz às pessoas amadas quanto as desejas ..
Dá um nome a uma estrela ..
Sabes que não estás só ..
Pensa no que tens ..

. . . . . . . . . . .
Dá-te um presente
Planeia uma viagem
Inspira profundo
Cultiva o amor


Boas Festas e

FELIZ ANO NOVO!!!

A professora A. S

07 dezembro, 2008

A exemplo de Camões

Mote

Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! oh que alegria!

Voltas
São lágrimas delicadas
São estrelas amarelas
De mim andam afastadas
Oh que lágrimas tão belas!
Oh coração magoado !
Assim escrevo poesia
Oh que mágoa! oh que alegria

Por Carlos Morais e Joana Cordeiro


Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! oh que alegria!

Voltas
Belos olhos claros vi
que brilhavam como o sol
muito longe a conheci
muito perto do farol
quando estou perto de ti
envolves-me num lençol
o teu amor é uma fantasia
oh que mágoa! oh que alegria!

Por José Bastião e Paulo Lousas

Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! Oh que alegria!

Voltas
Eram lágrimas de chuva
infelizes de tristeza
com o coração aos pulos
olhar de delicadeza
seus olhos de fermosura
sensíveis, cheios de poesia...
oh que mágoa, oh que alegria!

Por Carla Pires e Daniela Afonso

Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! Oh que alegria!

Voltas
Pobre menina que chora
porque chora... não se sabe
será de amor será de dor?
Pensei dar-lhe uma flor
a este tão lindo amor
oh que mágoa! oh que alegria!

Por Alexandre e André

Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! oh que alegria!

Voltas
Mas que olhos tão bonitos
que outrora vi chorar
não sei qual será o dia
que os voltarei a olhar
um olhar encantador
parece de fantasia
oh que mágoa, oh que alegria!

Por Leonel Marcelino e Rodrigo Silva

Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! oh que alegria!

Voltas
A minha vida é charmosa
a tua conflituosa
mas algo maravilhosa...
Te escrevo esta linda prosa
em forma daquela rosa
parece uma poesia...
oh que mágoa, oh que alegria!

Por David Polónio e Viriato Vaz

Mote
Vi chorar uns olhos claros
Quando deles me partia
Oh que mágoa! oh que alegria!

Voltas
O vestido de escarlate
e a bela capa de lã
os aneis eram de prata
é uma indonésia anã
quando eu me fui embora
chorou toda a amnhã
seus olhos tinham magia
oh que mágoa, oh que alegria!

Por André Ribeiro e Hugo Gomes