30 janeiro, 2009

CURIOSIDADES DO RENASCIMENTO

Aprendemos que o Renascimento foi uma época de grande esplendor, de investimento estético e artístico, de grande profusão de talentos artísticos, literários, musicais. Dizem-nos os livros que o Renascimento foi uma época de descoberta científica quer nos campos da astronomia quer na
física, na medicina, na matemática e na geografia. Dizem também que surgiu um novo conceito de beleza, que o Renascimento herdou uma desconfiança fundamental do corpo, da sua natureza efémera, dos seus apetites perigosos e das suas inúmeras fraquezas. A Europa do século XVI viria a caracterizar-se tanto por uma vaga de puritanismo e de vergonha em relação ao corpo, à sua aparência e à sexualidade, como viria a celebrar-se pelo seu culto da beleza e pela redescoberta do nu.



A Mulher
" Nesta época, a mulher decidiu sair da obscuridade e revelar-se mais, visto que na Idade Média, muito pouco podia fazer, decidiu agora vir com novas exigências, principalmente a nível do seu aspecto.
O ideal medieval da dama aristocrática graciosa, estreita de ancas e de seios pequenos, deu lugar nos finais do século XV e durante o século XVI, a um modelo de beleza feminina mais roliça, de ancas largas e seios generosos, que se iria manter até finais do século XVIII.

O corpo e a beleza física ganharam importância histórica a partir do final da Idade Média com a Renascença.
As mulheres manifestaram uma tendência para se vestirem de forma mais pudica. Os seus vestidos compridos e volumosos, revelavam uma cintura torneada ainda mais delgada pelo uso do espartilho, e, quando os costumes mais liberais o permitiam, podiam mesmo exibir um peito leitoso e adequadamente empoado e pintado com rouge. "
O neoplatismo renascentista veio atribuir um novo valor à beleza ao reconhecê-la como sinal exterior e invisível de uma “bondade” interior e invisível. A beleza já não é considerada um trunfo perigoso, mas antes um atributo necessário do carácter moral e da posição social. Ser bela tornou-se uma obrigação, já que a fealdade era associada não só à interioridade social, mas também ao vício. O invólucro exterior do corpo tornou-se um espelho no qual o íntimo de cada um ficava visível para todos."


Higiene

Mas se o aspecto era o espelho da índole da mulher, o que dizer dos seus hábitos de higiene pessoal?

"A higiene corporal veio nos séculos XVI e XVII a transformar-se numa questão a que a água era alheia, e onde a limpeza da roupa branca substituía a limpeza da pele.

O receio da água deu origem a uma série de substitutos, tais como os pós e os perfumes, que criaram uma nova base de distinção social. Mais do que nunca, a limpeza passou a ser prerrogativa dos ricos.
Passou também, a ser dada mais atenção às partes do corpo que se apresentavam descobertas, como a cara e as mãos, sendo então a água utilizada para a sua higiene. Mas no geral, ainda no século XVI, a preocupação com a higiene pessoal foi deixada de lado, o que contribui para o crescimento do uso de maquilhagem e perfumes.
A higiene baseava-se em usar roupa lavada até ficar suja, pois tinham a ideia de que a roupa absorvia a sujidade.
Os dentes eram lavados com um produto 100% natural: urina, cinzas ou saliva.
A roupa não era lavada, mas sim sacudida e carregada de perfume. As mãos eram lavadas apenas de 3 em 3 dias, e a face era limpa com clara de ovo ou vinagre para aclarar e amaciar a pele.
A sujidade era escondida com doses enormes de maquilhagem. Para evitar o mau cheiro nas axilas, embebiam a pele com trocisco de rosas."


Cosméticos

"Durante esta época a figura feminina passou a ter mais valor, e a utilização excessiva do perfume devia-se à falta de higiene. A actividade social obrigava a que houvesse um cuidado pessoal maior.
Nesta época, descobre-se também o álcool, extractos essenciais, princípios orgânicos cristalizados, óleos, etc... ficando a alquimia como um ponto alto, visto que a cosmética beneficia cada vez mais com o seu desenvolvimento.
Várias cidades europeias tornaram-se centros produtores de sabão, que era considerado um produto de luxo, usado apenas por pessoas ricas.
Nos finais do século XVI o uso do pó de arroz tornou-se uma condição necessária de limpeza. Os pós perfumados e coloridos tornam-se então parte integrante do arranjo diário dos ricos. Este acessório proclamava a limpeza, o estatuto social de quem o utilizava.
A preocupação com o aspecto fez com que as mulheres nobres usassem durante o dia alvaiade, e à noite cobrissem a cara com emplastros de vitelo cru molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade.
Utilizavam-se também luvas perfumadas, usadas apenas pelos nobres da Corte Europeia.
Esta excessiva forma de uso de fragrâncias proporcionou a profissionalização da actividade do perfumista.
Entre o século XV e XVI, os óleos essenciais continuaram a influenciar a saúde e a felicidade. Pois porque se alguns perfumistas criaram aromas sedutores, bem como mortíferos venenos, as essências serviram também como boa causa de lutar contra infecções."



Trabalho de pesquisa realizado por Hugo Gomes


29 janeiro, 2009

Auto-Retrato

Falando fisicamente,
Até que estou recheado,
Pele clara, olho escuro,
Cabelo meio acastanhado,


Mas que bruto corpanzil,
E que cara tão vermelha,
Se a coisa que mais gosto,
É comer filhos de ovelha,


Gosto de estar com os amigos,
E adoro divertir-me,
Sou uma pessoa alegre,
E passo a vida a sorrir.



Trabalho produzido por Rodrigo Silva

28 janeiro, 2009

PROVÉRBIOS SOBRE A MULHER

A mulher é tema de canções, poemas, reflexões e até motivo de anedotas e provérbios.
Por sugestão da professora realizei uma pesquisa sobre o tema e compilei uma série de provérbios sobre o "sexo fraco".
Aqui fica o registo:


- A casa é das mulheres e a rua é dos homens .
- A mulher casada o marido lhe basta .
- À mulher e à vinha o homem dá alegria.
- A mulher e o vinho tiram o homem do seu juízo.
- Do vinho e da mulher livre-se o homem, se puder.
- De nenhuma mulher há que fiar e de todo o homem há muito que temer.
- Do homem a praça, da mulher a casa.
- Entre dez homens nove são mulheres .
- Entre marido e mulher nunca metas a colher.
- Formosura de mulher não enriquece o homem.
- Fumo, goteira e mulher faladora põem os homens da porta para fora .
- O que o marido proíbe a mulher o quer.
- À luz da candeia não há mulher feia.
- A melhor entidade da terra é uma boa mulher e a pior, a que é má.
- A mulher que a dois ama, a ambos engana.
- Da cintura para baixo não há mulher feia.
- Duas mulheres fazem um mercado, quatro uma feira.
- A mulher é o defeito mais belo da natureza.
- A mulher e a sardinha, quer-se pequenina.
- A mulher é um animal de cabelo comprido e entendimento curto .
- A mulher é a obra mais perfeita do universo .
- As mulheres são crianças grandinhas.
- A melhor mulher é a que não conseguimos.
- A mulher não vai além de fêmea.
- Há só duas mulheres boas no mundo: uma que já morreu; outra, que ainda não nasceu .
- À donzela honesta, o trabalho é festa .

sites consultados:
www.roteirosonline.com.br/mulher.htm

trabalho realizado por Paulo Lousas

SER POETA

No âmbito do estudo do texto lírico, analisámos a obra de Florbela Espanca e escutámos este seu soneto pela voz de Luís Represas.

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!



Podem encontra-lo no:

por Luís Martins

27 janeiro, 2009

Moda no Renascimento


O VESTUÁRIO PORTUGUÊS DOS SÉC.XV e XVI

A moda do Renascimento favoreceu os acessórios. Os cintos e cintas tiveram uma importância fundamental e eram feitos em vários materiais, não muito chamativos ou sumptuosos como os masculinos, mas por vezes, dissimulados. Acompanhavam a cintura feminina, que se usou baixa durante a segunda metade do século XIV e princípios de XV, subiu e manteve-se alta, pouco abaixo do peito, como o costume medieval antigo. As cintas ajudavam a modelar o tronco, tornando as Damas mais elegantes. As diferentes peças do vestuário podiam ligar-se por meio de atilhos, firmais ou botões.

As golas ou colarinhos, verdadeira inovação do século XVI quanto à exuberância, fizeram grande furor. De influência espanhola, de início esboçadas como simples peças encrespadas que envolviam o pescoço, tornaram-se tão complexas que, segundo se dizia,, obrigavam a que se tivesse de alongar o cabo dos talheres, porque de outro modo o colarinho não permitia levá-los à boca. Foram famosíssimas as golas enrocadas e de canudos, designadas ainda por outros autores como gorgeias, usadas também pelos homens. Eram peças confeccionadas em linho ou em outros tecidos mais finos, numa sucessão de canudos circulares em volta do pescoço.


Véus, turbantes, enxaravias, coifas simples ou coifas avançadas e crespinas constituíram, grosso modo, os toucados femininos, muitos deles de influência francesa e flamenga. A grande multiplicidade de chapéus femininos torna quase impossível definir um tipo de toucado médio. O "Hennin", chapéu altíssimo do qual pendiam véuspouca influência teve em Portugal, tal como o "coiffure à cornes", do mesmo género.
(pesquisa elaborada no âmbito do estudo da época renascentista)

PRODUÇÃO POÉTICA II

Mas que beldade humana
É perfeição natural
A mulher camoniana

Para homem significa
Algo de especial
A perfeição representa
A beleza natural
Que beleza cristalina
A mulher renascentista!

Rodrigo Silva





Aquela mulher espantosa
Aquele olhar de tristeza
Aquele rosto era uma beleza
Meiga, linda e formosa

O seu espírito de desilusão
Que não se sentia amada
Era uma mulher armada
E tinha muita aflição

André Ribeiro





A mulher faz-nos sentir voar
Com sua pureza nos mente
Ou será que esconde normalmente
A sua forma de pôr a chorar?

Tragam o Mundo para a levantar
Estendida no chão realmente
Parece fogo em chama ardente
Pois aí ela não pode estar!

Não pode ter qualquer dano lateral
Senão vem a maca do enfermeiro
Quer dizer que vai para o hospital

Vai no nariz ficar seu cheiro
E vamos bater com nosso frontal
Em cima do candeeiro!

Viriato Vaz




É linda como o sol do meio-dia
De cabelo loiro e pele clara
Tem olhos de cor de uma seara
Era como a lua nova e ninguém a via

Quando a viam ninguém se mexia
Pois todos com ela tinham a tara
Devido a ela ser muito cara
Até a sua rival quando a via, fugia!

Eu sei que não é para mim
Mas se ela quisesse poderia ser
Mesmo que para isso tivesse de emigrar

Porque sofrer por este amor sem fim?
É só isto que ela me faz – sofrer!
Agora não há volta a dar, mandou-me vaguear

Hugo Gomes




Pele branca, suave e macia
Lindos cabelos castanhos curtos
Era conhecida por Rosa Maria
Aquela que casou com um bruto

Era uma mulher sem manias
Tinha um grande cordão de ouro puro
Era algo que muito valia
E não estava no seguro…

Luis Martins

Mudam-se os tempos...


Camões pela voz de José Mário Branco.

O desconcerto do mundo é menos doloroso quando acompanhado de uma bela melodia. Embora soe a música de intervenção, género anos 70, a verdade é que Camões se torna, assim, mais atractivo.


"Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades"

Novas qualidades? Por agora parece-nos que as qualidades não abundam. Estaremos a regredir nos nossos valores, na nossa luta pela liberdade, nos nossos sonhos e ambições?


"Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades"

Sem querer exarcebar a minha tendência pessimista, não podia estar mais de acordo com o nosso grande poeta. Saudades do que já lá vai...

PRODUÇÃO POÉTICA I


O amor é tão forte, é tão grande
E cabe num espaço tão pequeno…
Num mar grande e profundo se expande
Com um pôr-do-sol lindo e sereno

Carlos Morais




O amor é recordar ou esquecer?
É querer “amar perdidamente”…
Declarei-me corajosamente
Mas deixaste-me o coração a arder.

O amor raramente é uma alegria
Deixaste-me aqui com uma dor
E se eu te oferecesse uma flor?
O amor contigo era fantasia…

Tudo o que quero é poder beijar-te…
Isso depende só do teu amor
Querida, só tu podes libertar-me!

Não me faças sofrer, por favor!
O teu olhar não me é indiferente
Se me amares dar-te-ei uma flor.
Alexandre Varandas e José Bastião



Amor é alegria e sofrimento
É fogo que arde no meu coração
É o sol que amanhece no verão
É emoção que apanha toda a gente.

É o maior dos sentimentos
É uma melodiosa canção
Flutua no ar como um avião
Não me abandona o pensamento.

É um sentimento que tem sentido
Espalha-se na terra com um cantar
E faz sorrir quem está sorrindo

Voa como uma ave a volitar
É saber amar para ser amado
É sofrimento que anda no ar!

Paulo Lousas e André Marcos


Este amor é duramente ardente
Como duas rochas na ilusão
Como a leoa e o seu leão
É como o arado ainda quente

A sua fêmea está na mente
E seu grande amor no coração
Vagueando louco na escuridão
Ninguém imagina o que ele sente.

E andando pela suja estrada fora
Caminha com a cabeça na lua
O seu relógio já lhe deu as horas…

Ela vai sair para a fria rua
Todos a dizer que namora
O arado com sua linda charrua!!

Hugo Gomes e Viriato Vaz


O amor é o tempero da vida
Que faz sangrar o nosso coração
Feitiço que anda na ilusão
Dá vida à luz que é perdida!

Será o amor que vejo no olhar
Ou é apenas grande solidão
Será o amor uma adoração
Ou sou eu que estou a sonhar??

É uma forte dor que faz sofrer
No lado esquerdo do meu peito
É alguém a querer prender…

Que paixão estranha com efeito
É uma guerra para eu vencer
Será que ele é imperfeito?
Joana Cordeiro e Carla Pires


Foram dias e dias a pensar
Foi um grande sofrimento
Não percebia o que ia no pensamento
Quando começava a olhar-te.

Quando te estavas a aproximar
Pensava só no enamoramento
A situação não dava andamento
E sentia meus olhos a brilhar.

Olhar para ti era inevitável
Mas foi tudo naquele instante
Quando tudo era muito improvável

Era um sentimento constante
Sentia um amor estável
Era um amor alucinante.

André Ribeiro e David Polónio





O Amor é um sentimento forte
Que dói cá dentro no coração
Talvez com um pouco de sorte
Não apanhemos nenhuma desilusão

O amor é como o sol
Cheio, brilhante e belo
Lindo como um girassol
E doce como um caramelo!

O amor por vezes traz dor
E tristeza ao coração
É difícil esquecer o amor

O amor é quente como o Verão
Mas também encantador
Amar faz bem ao nosso coração

Daniela Afonso e Luis Martins

16 janeiro, 2009

AUTOBIOGRAFIA


Nasci a14 de Fevereiro de 1990, às 00.30h no hospital de Mirandela. Nasci aos 6 meses, com 1,80kg. Tinha problemas nos ouvidos e no estômago que, devido a ser prematura, estava colado. Só fui baptizada dois anos e meio depois, a 15 de Agosto de 1992. Tinha sete meses quando me nasceu o meu primeiro dente.
Entrei para o infantário aos 3 anos. Foram tempos muito bons, gostava muito do ambiente da minha turma e da professora! Na hora de dormir a minha professora era uma querida, fazia-me festinhas na testa para eu adormecer e, às vezes, eu demorava muito tempo a adormecer porque gostava das suas festinhas. Ela era muito carinhosa para mim.
Aos sete anos conheci a minha primeira grande perda - larguei a chupeta! Tinha cortado definitivamente as amarras com a minha primeira infância...
Entrei para o 1º ciclo em 1996. Recordo que levava vestida uma saia vermelha com pregas, sapatos de verniz vermelhos e um casaco branco; tinha uma mochila linda, cor-de-rosa, da Barbie. Andava muito feliz porque ir para a escola significava que eu já era grande! Foram tempos de brincadeira e de aprendizagem, de sociabilização e de muitos conhecimentos que influenciaram a minha personalidade e o meu carácter.
Andava já no ensino preparatório quando me começaram a aparecer as primeiras borbulhas. Detestei! Primeiro fiquei impressionada, depois fiquei assustada, finalmente atormentada. Quem iria querer aproximar-se de mim assim?? A minha mãe descansou-me, numa conversa "de mulher para mulher". Falou-me dos problemas da idade, de problemas "femininos", de mulher. Quando finalmente cheguei a "mulher" pude compreender, com naturalidade, a evolução do meu organismo. O meu corpo crescia, modificava-se, transformava-se todos os dias. Embora estivesse preparada para algumas alterações, elas foram mais do que o que eu pensava. E a minha pobre cabeça tinha dificuldade em assimilar tanta mudança tão rapidamente... Tempos confusos e nebulosos...
Entretanto, com tanta mudança, era tempo de mudar também o meu visual. Comecei a usar maquilhagem e descobri os aromas dos perfumes. Fiquei fã dos perfumes B.U. e coleccionei todos os seus perfumes. Agora não largo o Lacoste Pink :) Desde que o descobri que tenho dificuldade em seleccionar e me adaptar a outro.
Sempre gostei de natação, era boa atleta e a piscina era o lugar onde melhor me sentia, era um óptimo local para descontracção e prática desportiva. Mas por problemas de saúde (sou uma rapariga muito frágil!) tive que desistir.
A minha minha mãe é a base da minha existência. Com ela partilho os meus problemas, as minhas angústias, as minhas alegrias. Com ela divido tristezas e galhofas, dificuldades e contrariedades. A minha irmã Márcia ocupa o segundo lugar no ranking de tal modo que a fiz minha madrinha de crisma. eh eh eh!!
O meu percurso escolar foi sempre inconstante. Havia tantas solicitações fora das paredes da escola e a escola era tão "dura"... De modos que, quando surgiram os cursos CEF não hesitei: a sua componente prática pareceu-me muito mais interessante que as aulas expositivas do ensino regular. Depois do estágio do curso de informática, continuei a interessar-me pelos computadores e agora aqui estou, num Curso Profissional. Os meus colegas são, na quase totalidade, os que transitaram do curso CEF mas, entretanto ingressaram outros, meus velhos conhecidos. Apesar de sermos poucas raparigas, lá nos vamos entendendo uns com os outros...