25 fevereiro, 2009

OS MASS MEDIA

À MANEIRA DE HOLLYWOOD


Will Durant afirmou:

"A nossa cultura é hoje muito superficial, e os nossos conhecimentos são muito perigosos, já que a nossa riqueza em mecânica contrasta com a pobreza de propósitos. O equilíbrio de espírito que hauríamos outrora na fé ardente, já se foi: depois que a ciência destruiu as bases sobrenaturais da moralidade o mundo inteiro parece consumir-se num desordenado individualismo, reflector da caótica fragmentação do nosso carácter.
(...)
Os nossos conhecimentos destroem-nos. Embebedem-nos com o poder que nos dão. A única salvação está na sabedoria"
in "Filosofia da Vida"


E nós, ávidos de sabedoria, embarcámos na proposta da professora de Português: tendo em conta a unidade em estudo, os media, porque não sermos nós os produtores, realizadores, actores e argumentistas do nosso próprio filme? Porque não dirigirmos nós próprios uma "curtíssima-metragem"?
Assim o disse, assim o fizemos. Respondendo ao desafio do concurso "O que é isto de ser Europeu?" organizado pelas Produções Fictícias, imaginámos as cenas e o resto foi... pura diversão!! (http://sitio.dgidc.min-edu.pt/PressReleases/Paginas/ConcursoOqueeistodeserEuropeu.aspx)
Deu trabalho fazer a pesquisa, o levantamento de características específicas dos diferentes povos da UE, organizarmos as sequências...
Mas o saber não ocupa lugar e assim ficámos muito mais sabedores da diversidade deste grande continente, conhecedores de realização e produção cinematográfica.
A continuarmos assim, o Manuel de Oliveira que se cuide!
Veneza, Cannes, Berlim... os próximos prémios de cinema serão nossos!!

Aqui ficam algumas imagens da grande aventura cinematográfica :) :)





OS ACTORES








PRODUTORES





REALIZADORES




O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho
Orson Welles

06 fevereiro, 2009

RENASCIMENTO E A MÚSICA


O Renascimento foi uma época de grande desenvolvimento a nível da ciência, literatura, pintura, escultura e música.
Tendo em conta a minha paixão por música (muito mais interessante, atractiva e estimulante que a literatura!) tive curiosidade em conhecer o tipo de música dos séculos XV-XVI.
Foi um trabalho interessante e curioso, a pesquisa motivou-me a querer desenvolver este aspecto. Não fiquei fã deste tipo de música mas a minha cultura geral foi bastante enriquecida. Aqui deixo o resultado da pesquisa efectuada. Vamos a ver se consigo também aqui deixar os trechos musicais que obtive após a pesquisa dos seus autores.


Cláudio Monteverdi

Nasceu dia 15 de Maio de 1567, em Veneza na Itália.
O responsável pelo nascimento da ópera, do século XVI.
Também é considerado o último grande representante italiano do madrigal, que preparou a passagem do estilo musical renascentista para o da música barroca.
Foi também notável na música sacra.



Geovanni Palestrina

Giovanni Palestrina nasceu em Roma, por volta de 1525, não se sabe a data ao certo.
O talento musical manifestou-se no final da infância, vindo, por isso, a estudar música em 1537 como pequeno cantor na escola da Basílica de Santa Maria Maior, retornando à sua cidade natal cerca de 1544 como organista.
Criava música profana.



William Byrd

Compositor inglês, nasceu em Lincolnshire cerca de 1543.
Foi considerado o maior compositor de contraponto da sua época em Inglaterra.
Tocava órgão, e compôs cerca de 140 músicas.



fontes:


Trabalho de pesquisa de Viriato Vaz

Evolução do papel da Mulher

IDADE MÉDIA

A vida das mulheres medievais não era fácil.
De acordo com a classe social a que pertenciam suas funções variavam. Nas classes mais altas, as mulheres tomavam conhecimento em política, economia e até em disputas territoriais. As mulheres dos senhores feudais eram responsáveis pela organização do castelo; supervisionavam tudo, desde a cozinha até a confecção de vestimentas. Elas tinham que saber como preservar a carne e alimentos e também coordenavam todos os empregados. Além disso, tinham que estar preparadas para defender o castelo na ausência de seu marido. As camponesas trabalhavam junto com seus maridos nas terras do senhor feudal e, além disso, ainda tinham que cuidar dos afazeres domésticos. As mulheres não tinham muitas opções: ou se casavam, ou iam para os conventos. Entretanto, o convento não era para qualquer uma, e sim, para uma minoria da alta classe que tinha que pagar uma taxa bastante cara para se tornar uma freira.
A maioria porém, estava destinada ao casamento e a uma vida submissa ao marido. As meninas eram educadas somente para este fim: serem boas esposas. O casamento era arranjado pelo pai quando sua filha ainda era criança. A mulher era como uma propriedade, usada para obter vantagens. Os casamentos geralmente visavam o aumento de terras.
Nas classes sociais mais altas, as meninas eram casadas com a idade de oito anos. A mulher era objecto de seu marido, devendo a este obediência e fidelidade. Dirigia-se a ele com formas de tratamento respeitosas como "meu amo e senhor". Era permitida a agressão física a mulheres quando o marido achasse que ela o havia desobedecido e as histórias de mulheres que sofriam agressões eram contadas nas vilas em tom humorístico. As agressões não podiam causar a morte nem incomodar os vizinhos, entretanto, em caso de adultério flagrante, o marido tinha o direito até mesmo de matar a própria esposa. A lei não poderia intervir em nada.


SÉCULO XVI
Todas as mulheres deveriam aprender sobre a cura e medicina familiar. Mas não deveriam aprofundar ou aprender muito sobre a cura, pois seriam consideradas bruxas; uma verdadeira contradição.
Como se tudo isso não fosse o suficiente, durante a era das fogueiras, o Tribunal do Santo Ofício condenou milhares de pessoas à morte, a maioria mulheres inocentes.
Estas eram acusadas de bruxaria, muitas vezes, por inveja de outros ou por serem mulheres solteiras e solitárias.
O livro Malleus Maleficarum de 1486, escrito por inquisidores alemães, dizia que as bruxas armavam uma conspiração para dominar o mundo. A obra também explicava como localizar a presença de bruxas e identificar feitiços. Como as mulheres tinham que saber um pouco sobre a cura, muitas delas, além de parteiras e cozinheiras, também foram acusadas de bruxaria e condenadas à fogueira. A aversão à mulher como ser mais fraco e, portanto, mais propenso a sucumbir à tentação diabólica era moeda corrente em todas as regiões da Europa - dos pequenos vilarejos camponeses aos grandes centros urbanos. Nos sermões de padres por toda a Europa, proliferava a concepção de que a bruxaria estava ligada à cobiça carnal insaciável do "sexo frágil", que não conhece limites para satisfazer seus prazeres. Com seu "furor uterino", para o homem a mulher era uma armadilha fatal, que podia levá-lo à destruição, impedindo-o de seguir sua vida tranquilamente e de estar em paz com sua espiritualidade.
A mulher, apesar de trabalhar tanto quanto o homem estava sempre em grau de inferioridade. A identidade do pecado original, principalmente na história do cristianismo, foi um fardo pesado para a mulher até o século XVIII. Desde os primeiros cristãos, a busca da austeridade religiosa tornou-se não só uma regra para o aprimoramento espiritual, mas também consagrou o papel da mulher como a principal tentação mundana, capaz de afastar o homem do caminho da purificação.
Petrarca, nome maior do Renascimento afirmou:
“A mulher é um verdadeiro diabo, uma inimiga da paz uma fonte de impaciência, uma ocasião de disputa das quais o homem deve manter-se afastado se quer gozar a tranquilidade.”
E Napoleão
“A mulher é nossa propriedade e nós não somos propriedade dela (...) Ela é, pois, propriedade, tal qual a árvore frutífera é propriedade do jardineiro.”
Trabalho de pesquisa realizado por Rodrigo Silva

DITADO POPULAR OU PROVÉRBIO?

Definição de provérbio

- máxima, breve, popular; adágio, ditado. Pequena comédia que tem por entrecho o desenvolvimento de um provérbio.É máxima sentença, popularizada ou consagrada pelo uso, a qual é menos vulgar, que o adágio e de moral mais segura e severa. Pode ser de autor desconhecidos ou conhecidos como os do "Salomão":
"Até o insensato passará por sábio se estiver calado, e por inteligente se conservar os lábios fechados".

Definição de ditado popular

- a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos. Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas essa tarefa não é fácil.
in http://www.mulhervirtual.com.br/ditados.htm



Por sugestão fizemos uma pesquisa sobre ditados e provérbios relacionados com a mulher. Temática vasta e rica, sites para pesquisar é o que não falta na net. Depois da selecção feita, constatei que a mulher, à vista do povo, é preguiçosa, mandona, causadora de todos os males mas ainda assim indispensável à felicidade do homem: De onde és homem? De onde é a minha mulher.

- A homem calado e a mulher barbada em tua casa não dês pousada.
- A homem ocioso e a mulher barbuda de longe os saúda.
- A mulher casada o marido lhe basta.
- À mulher e à vinha o homem dá alegria.
- À mulher roca e ao marido espada.
- Arruído arruído – deu a mulher ao marido.
- Cresce o outro bem batido como a mulher com bom marido.
- Homem com fala de mulher nem o diabo o quer.
- Homem de palha vale mais que mulher de ouro.
- Homem tendo mulher feia tem a fama segura.
- Homem velho e mulher nova, ou corno ou cova.
- Não há nada como uma mulher para fazer do homem quanto quer.
- O muito fiar dos homens e o pouco fiar das mulheres deitam a casa a perder.
- Traga-o o marido e guarde-o a mulher.


Fontes :
- bitaitadas.blogspot.com/2005/07/sabedoria-pop...
- http://jpn.icicom.up.pt/2005/04/26/a_mulher_nos_proverbios_e_ditados_populares.html


Trabalho realizado por Rodigo Silva